
O Ministério da Saúde considerou todo o território nacional como área de risco para a febre amarela, independentemente da região. A transmissão da doença ocorre principalmente por mosquitos dos gêneros Haemagogus e Aedes, que podem infectar humanos ao picarem indivíduos infectados. A vacinação é recomendada para todas as pessoas que vivem no país, bem como para viajantes que pretendam se deslocar para áreas onde a doença é endêmica. O esquema vacinal consiste em dose única, que confere imunidade por cerca de dez anos, sendo necessária a aplicação de reforço em situações específicas. Os sintomas iniciais incluem febre alta, calafrios, dor de cabeça, dores musculares e náuseas; a forma grave pode evoluir para icterícia, hemorragias e insuficiência orgânica, apresentando alta taxa de mortalidade. A orientação das autoridades sanitárias é que a população mantenha a carteira de vacinação atualizada e adote medidas de proteção contra picadas de mosquitos, como uso de repelentes e roupas adequadas. A vigilância epidemiológica permanece intensificada para detectar possíveis casos e evitar a propagação da doença.
Redação Jornal Expresso Regional
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