A Defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro criticaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes de manter a ordem temporária de domiciliar o ex-presidente por 90 dias. A decisão de Moraes se baseou no fato de Bolsonaro ter deixado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira à noite. Segundo especialistas, a prisão domiciliar humanitária é uma medida excepcional reservada para casos de saúde grave. O ex-presidente foi hospitalizado após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e foi submetido a uma cirurgia. A Defesa de Bolsonaro argumentou que a prisão domiciliar é uma questão de saúde e não de crime, e que o ex-presidente não deve ser penalizado por sua condição médica. O senador Flávio Bolsonaro também criticou a decisão de Moraes, afirmando que é injusta e arbitrária. A decisão de Moraes sobre a prisão domiciliar de Bolsonaro será tomada em breve e será um dos principais temas de discussão nos próximos dias.
