
A construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, em 2011, marcou um momento importante na expansão da política energética brasileira. No entanto, a liberação para perfuração de petróleo na foz do Amazonas, em 2025, é outro marco dessa expansão. De acordo com Marina Silva, a ex-ministra do Meio Ambiente, a foz do Amazonas não é comparável a Belo Monte, pois a usina hidrelétrica tem impactos ambientais mais significativos devido à alteração da paisagem e ao impacto nas comunidades locais. Já a perfuração de petróleo na foz do Amazonas tem um impacto mais limitado, embora ainda seja um risco para o meio ambiente. A ex-ministra destaca a importância de uma gestão sustentável da energia e da proteção do meio ambiente. Além disso, ela enfatiza a necessidade de uma discussão mais ampla sobre a política energética brasileira e como ela afeta o meio ambiente e as comunidades locais.

