
Uma reportagem explosiva divulgada durante o Acampamento Terra Livre revela um lobby trilionário que visa transformar a Amazônia em uma ‘zona de sacrifício’ para a mineração em terras indígenas. Entre 2016 e 2024, US$ 493 bilhões foram direcionados por grandes bancos a empresas de mineração ligadas à transição energética. Esse fluxo de dinheiro sustenta a pressão para liberar a exploração mineral em áreas protegidas e habitadas por comunidades indígenas. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil afirma que essa estratégia de lobby visa criar uma ‘nova fronteira’ para a mineração, onde a Amazônia seria a principal área de exploração. Essa ameaça não é nova e já afeta o Litoral Norte de São Paulo, onde comunidades indígenas lutam para preservar suas terras e tradições. A pressão da mineração pode ter consequências devastadoras para o meio ambiente e as comunidades locais. É hora de questionar a prioridade do desenvolvimento econômico em relação ao direito à terra e à cultura das comunidades indígenas. A região do Litoral Norte de São Paulo, Vale do Paraiba e Caçapava deve estar atenta às consequências da mineração em suas áreas. A população deve se mobilizar para proteger as terras indígenas e preservar a identidade cultural da região.

