quarta-feira, junho 24

Dono de lancha ouvido pela polícia em Ilhabela

A Polícia Civil ouviu, nesta terça-feira (2), o dono da lancha que foi alugada pelo grupo de amigos que participava de uma confraternização em Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, antes do desaparecimento de Dheorge Bernardino e Bruna Damaris Silva durante um passeio de moto aquática. Além do proprietário da embarcação, outras oito pessoas já prestaram depoimento. Entre elas estão três amigos de Dheorge, e um homem identificado como Neto Mineiro — apontado como responsável por intermediar o aluguel da casa onde o grupo estava hospedado e a compra de alimentos. A Polícia Civil de Ilhabela é responsável pelo inquérito que vai apurar as circunstâncias do caso e definir a responsabilidade de cada envolvido. Paralelamente, a Marinha do Brasil também instaurou um inquérito para investigar o acidente com a moto aquática. As buscas por Dheorge Bernardino começaram em 24 de maio, após ele e Bruna Damaris participarem de uma confraternização na região da Ponta das Canas, em Ilhabela, e saírem para um passeio de moto aquática, não retornando. Na manhã do dia seguinte, a moto aquática foi encontrada parcialmente submersa no mar, a cerca de 22 quilômetros do local onde os dois haviam sido vistos pela última vez. Em 26 de maio, Bruna foi resgatada por pescadores nas proximidades da Ilha de Búzios, após ficar à deriva no mar por aproximadamente 42 horas. No dia seguinte, um colete salva-vidas foi encontrado pela Marinha flutuando na mesma região, e o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) confirmou que o equipamento era o utilizado por Dheorge. No nono dia de buscas, um corpo foi localizado na região da Ilha de Búzios, e exames de identificação confirmaram que se tratava de Dheorge Bernardino, de 28 anos. A causa da morte foi afogamento, segundo o médico-legista Ricardo Cortes.

Redação Jornal Expresso Regional
Imagens: Divulgação

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