
A Justiça Federal condenou o presidente do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) por crime de racismo. O julgamento considerou que o dirigente fez declarações discriminatórias contra Israel durante de um ato pró-Palestina realizado em 2023. A sentença fixou pena de dois anos de reclusão, porém a pena foi convertida em prestação de serviços à comunidade e pagamento de multa. A decisão foi proferida após análise das gravações do discurso e das alegações apresentadas pela acusação, que apontaram conteúdo ofensivo e incitação ao preconceito. Não foram relatados recursos ou apelações imediatas ao veredicto. O caso destaca a aplicação da legislação anticrime de racismo em contextos de manifestação política e reforça a responsabilização de lideranças partidárias por discurso de ódio.
Redação Jornal Expresso Regional
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